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domingo, 26 de novembro de 2017

Skate America 2017 - Dance

Skate America 2017









*Please comeback some other day cause I'll write some words about this event as soon as possible*


Videos

Short Dance


Shibutani & Shibutani


Cappellini & Lanotte




Sinitsina & Katsalapov




Zagorski & Guerreiro


Gilles & Poirier


Muramoto & Reed


Hawayek & Baker


Parsons & Parsons


Wang & Liu


Free Dance


Shibutani & Shibutani


Cappellini & Lanotte


Sinitsina & Katsalapov


Gilles & Poirier


Hawayek & Baker


Zagorski & Guerreiro


Wang & Liu


Muramoto & Reed


Parsons & Parsons




Final Result

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Challenger Series - Minsk-Arena Ice Star 2017

Challenger Series 2017/2018


Minsk-Arena Ice Star 2017



A sétima competição do circuito Challenger Series 2017/2018 decorreu na cidade de Minsk (Bielorrússia) mas passou um pouco despercebida devido ao facto de não ter sido disponibilizado um stream internacional. Foi difícil encontrar vídeos minimamente aceitáveis e tudo o que encontrei é proveniente de espectadores que estiveram na Arena de Minsk.

A categoria de dança foi a que mais despertou a curiosidade devido ao facto dos italianos Anna Cappellini & Luca Lanotte se apresentarem em competição pela primeira vez nesta temporada. Os campeões mundiais de 2014 venceram esta prova com facilidade ficando com mais de 13 pontos de vantagem sobre os segundos classificados. Os programas de Anna e Luca seguem a mesma linha de temporadas anteriores não se vislumbrando grande evolução artística. Claro que com o decorrer da temporada os programas podem vir a ser aperfeiçoados mas para já não se destacam particularmente quando comparados com outros pares de topo que já se apresentaram em competição esta época. Anna e Luca venceram tanto a dança curta como a dança livre. Todos os elementos coleccionaram graus de execução positivo. Na dança curta, os twizzles e a figura de elevação foram classificados com o nível 4, sendo os restantes elementos de nível 3. Quanto à sequência da rumba em particular, o painel considerou que este par conseguiu marcar bem os dois primeiros pontos-chave dos passos obrigatórios mas que falhou no terceiro ponto. Na dança livre, Anna e Luca conseguiram o nível 4 nos twizzles e nas figuras de elevação. O peão e a sequência de passos em serpentina foram de nível 3. No entanto, a sequência de passos na diagonal foi meramente de nível 2. Os componentes foram excelentes em ambas as provas.
Tiffany Zahorski & Jonathan Guerreiro e Victoria Sinitsina & Nikita Katsalapov estavam numa luta particular de afirmação das suas posições perante a federação russa. Além disso, Tiffany e Jonathan saíram do grupo de Alexander Zhulin durante a pré-época precisamente depois de Victoria e Nikita terem sido aceites por este treinador. Neste primeiro round, Tiffany e Jonathan levaram a melhor sobre os seus compatriotas e arrecadaram a medalha de prata nesta competição. Na dança curta, Tiffany e Jonathan obtiveram o nível 4 nos twizzles e na figura de elevação. Os outros elementos foram de nível 3. Apesar de tecnicamente terem conseguido graus de execução positivos em todos os elementos, nos componentes as coisas podiam ter corrido melhor. As médias até foram bem razoáveis mas o juiz n.º 5 marcou-lhe os segmentos entre 6.50 e 7.00. Ou seja, ainda há trabalho a fazer para conseguir convencer os juízes. Na dança livre, este par também conseguiu graus de execução positivos em todos os elementos. Os twizzles, o peão e as figuras de elevação atingiram o nível 4. A primeira sequência de passos foi de nível 3 e a segunda foi de nível 2. Na dança livre, as médias nos componentes foram melhores e balizaram-se entre 8.21 e 8.58.
Victoria Sinitsina & Nikita Katsalapov teriam com certeza ambição de vencer esta competição. No entanto, o melhor que conseguiram foi a medalha de bronze e tiveram sorte do painel de juízes e os controladores técnicos terem optado por um critério mais benevolente para todos os pares. É que Victoria e Nikita cometeram erros nas duas danças e podiam ter sido mais penalizados do que realmente foram. Na dança curta, os twizzles foram o único elemento classificado com o nível 4. O resto foi de nível 3. Na sequência parcial de passos apenas um juiz marcou -1 no grau de execução e eu concordo com ele pois houve um óbvio desequilíbrio de Victoria, sendo que depois disso eles demoraram algum tempo a reajustar-se. A figura de elevação não recebeu qualquer ponto pois Nikita caiu durante a execução e arrastou Victoria com ele. Este erro grave fez com que fossem aplicadas duas deduções com perda automática de dois pontos. Na dança livre, Nikita voltou a cometer erros numa figura de elevação, desta vez na segunda figura de elevação. Como ele colocou a mão no gelo para se equilibrar isso foi contabilizado como queda. Alguns juízes atribuíram grau de execução positivo a esse elemento mas eu acho isso absurdo até porque o erro foi óbvio. O peão e a sequência de passos na diagonal apenas foram classificados com o nível 2 e isso fê-los perder imensos pontos no valor base. Foi uma pena que as coisas não tenham corrido bem pois os dois programas são excelentes.

Na categoria de Senhoras, Elizabet Tursynbaeva confirmou todo o seu favoritismo e levou a medalha de ouro para casa. A atleta do Cazaquistão foi terceira classificada no programa curto mas venceu o livre com margem suficiente para deixar as suas adversárias para trás. O outro grande destaque vai para a medalha de prata de Serafima Sakhanovich. A jovem russa, que tanto prometia há uns anos, tem tentado ultrapassar uma fase difícil na sua carreira pois as coisas não correram como esperado na transição dó escalão júnior para sénior. Ela foi vice-campeã mundial de juniores em 2014 e 2015 mas depois deu-se um apagão. Serafima passou por mudanças de treinadores, coreógrafos e até de cidade. Depois de ter sido considerada como um caso perdido, Serafima está a ser ajudada por Evgeny Plushenko. Pode ser que este resultado internacional a ajude a recuperar a confiança. No entanto, ela apresentou problemas com o lutz em ambos os programas, não tendo conseguido definir correctamente a entrada neste salto. É um problema de técnica base que ela terá de corrigir o mais rapidamente possível ou então terá de usar a estratégia de Carolina Kostner e evitar esse salto. A definição incorrecta das entradas em saltos são suficientes para que haja lugar a aplicação de grau de execução negativo.
A sul-coreana So Hyun An surpreendeu toda a gente ao vencer o programa curto e ao obter a medalha de bronze.
Na batalha entre as alemãs, Nicole Schott levou a melhor sobre Lutricia Bock e a federação terá se levar isso em conta quando decidir quem vai aos Jogos Olímpicos.
Confesso que esperava mais da sueca Anita Ostlund, da checa Eliska Brezinova e da letã Angelina Kuchvalska.

Na categoria masculina, o veterano Sergei Voronov impôs-se à concorrência. Ele arriscou o quádruplo toeloop tanto no programa curto como no livre. De resto, os seus programas são na linha do que ele já apresentou em temporadas anteriores.
Moris Kvitelashvili conquistou a medalha de prata e Daniel Samohin ficou com o bronze. Tanto Moris como Daniel competiram no GP Taça Rostelecom. Moris ficou aquém do que realizou em Moscovo na Rostelecom mas Daniel melhorou substancialmente.
O italiano Ivan Righini foi apenas décimo classificado no programa curto mas conseguiu fazer uma remontada no livre onde foi segundo. Ele ficou fora do pódio por meros 0.14.

Na categoria de pares, os russos Aleksandra Boikova & Dmitri Kozlovskii venceram a medalha de ouro na sua estreia no escalão sénior.





Senhoras

Elizabet Tursynbaeva 
Programa curto

Programa livre


Serafima Sakhanovich
Programa livre 


Resultado final


Homens

Sergei Voronov 
Programa curto

Programa livre 


Moris Kvitelashvili 
Programa curto

Programa livre 

Ivan Righini
Programa curto 

Programa livre 

Peter Liebers 
Programa curto 

Programa livre 


Resultado final


Dança

Vídeos

Cappellini & Lanotte
Dança curta

Dança livre


Zahorski & Guerreiro
Dança livre


Sinitsina & Katsalapov
Dança curta

Dança livre

Resultado final


Pares

Boikova & Kozlovskii 
Programa livre 


Resultado final


quarta-feira, 14 de junho de 2017

Tradução de entrevista do treinador Alexander Zhulin


O prestigiado treinador e coreógrafo Alexander Zhulin concedeu uma entrevista a um órgão de comunicação social da Rússia onde falou sobre os mais recentes desenvolvimentos no seu grupo de trabalho. O principal destaque vai para as palavras sobre o par Sinitsina & Katsalapov.

A publicação original da entrevista pode ser encontrada neste link: http://rsport.ru/interview/20170530/1121152014.HTML




Tradução de entrevista

Alexander Zhulin – A dança livre de Bobrova & Soloviev está pronta; temos de patiná-la para limar as arestas e depois Poklitaru (*coreógrafo russo) vai visitar-nos algumas vezes para dar os retoques finais. Nós tivemos uma colaboração criativa muito boa; eu gostei.

Entrevistador – Tu tens preocupações em trabalhar com um coreógrafo tão extraordinário na temporada olímpica, que esta experiência venha a ser demasiado difícil de compreender?

Alexander Zhulin – Nem por isso. Eu também trabalho nestes programas e tenho o controlo para garantir que não há desvios da patinagem artística, que o “trabalho de pés” continua difícil apesar da coreografia. Eu vejo que tudo vai ficar bem. Nós escolhemos um tipo de música que eu não quero começar a explicar antes de mostrarmos o programa.

Entrevistador – Mas isto vai ser a Bobrova & Soloviev que nós todos conhecemos e amamos, patinando com o coração?

Alexander Zhulin – Espero que a ideia seja compreendida. O estilo contemporâneo que o Radu (*referência a Poklitaru) apregoa assenta à Katia e ao Dima (*diminuitivos de Ekaterina e Dmitry). Nós trabalhamos neste caminho.

Entrevistador – Não haverá nenhuma auto - flagelação no gelo?

Alexander Zhulin – Não.

Entrevistador: Vai nos fazer recordar a dança dos passados Jogos Olímpicos?

Alexander Zhulin – Não, é uma dança completamente diferente.

Entrevistador – Em que condição se encontravam Sinitsina & Katsalapov quando os recebeste?

Alexander Zhulin – Boa. O mais importante é que o Nikita disse que todas as suas lesões estão curadas e que nada lhe dói. O ombro de Victoria está um pouco dorido mas isso é porque ela se lesionou enquanto praticava novas figuras de elevação. Felizmente não existem lesões. Os atletas estão esfomeados por trabalho e até agora eu estou satisfeito com tudo.

Entrevistador – Então podes dizer que eles não desperdiçaram a época passada que foi dura para eles?

Alexander Zhulin – Eu penso que o problema estava na sua luta com a natureza. Eu refiro-me à técnica diferente em muitos elementos. O meu objectivo reconciliar as diferenças na técnica deles o mais rapidamente possível. Depois eles já não terão dificuldades nos elementos, irão sentir-se mais confortáveis no gelo e terão mais tempo para a coreografia e emoções. Agora existem algumas pequenas dificuldades técnicas que aparecem no caminho deles. Eu estou certo de que eles ainda nem sequer realizaram 30% do seu potencial.

Entrevistador – Eu vejo que eles estão com bom espirito.

Alexander Zhulin – Sim e eu vejo que ter aqui tanto Bobrova & Soloviev como Sinitsina & Katsalapov, coisa que estava a preocupar muitas pessoas… Até agora, eu não quero agoirar mas eu não vejo quaisquer problemas.

Entrevistador – Falando dos problemas técnicos que tu mencionaste, isso significa que os treinadores anteriores – Marina Zoueva, Oleg Volkov, Elena Tchaikovskaya – foram incapazes de resolvê-los?

Alexander Zhulin – Eu nunca falo sobre os meus colegas.

Entrevistador – Ok, então esta incompatibilidade técnica continuou na mesma desde que eles formaram parceria?

Alexander Zhulin – Eu não posso dizer nada porque não trabalhei com eles nessa altura. Agora que os tenho, eu vejo as nuances e tento ajudar. Se eu tiver sucesso.

Entrevistador – Que imagens é que a Victoria e o Nikita nos vão mostrar nesta temporada?

Alexander Zhulin – A dança curta é latina, (*aqui não consegui perceber algumas palavras), mas eu penso que nós encontrámos música fora do vulgar que deverá resultar para eles. É uma dança latina muito fora do vulgar. E, inesperadamente, nós tivemos a mesma ideia para a dança livre. Eu vi-os a patinar em grande, com amplitude, e pensei que Rachmaninoff seria mesmo uma óptima escolha para eles. Eles vieram até mim e a primeira coisa que eles disseram foi “Sasha, o que é que tu pensas sobre Rachmaninoff?” Foi uma escolha mútua. Os meus favoritos são o “Concerto n.º 2” e “Vocalise”, então nós fizemos uma combinação dos dois para o livre.

Entrevistador – Vocês vão incluir a abertura do “Concerto n.º 2”?

Alexander Zhulin – Sem dúvida. Vamos começar a dança com essa parte.

Entrevistador – Este duo trabalha bem temas russos. O programa deve ser um sucesso?

Alexander Zhulin – Eu penso que esta é a equipa que pode mostrar todo o tipo de temas no gelo. Eles ouvem a música, eles são musicais por natureza.

Entrevistador – Então a Vika (*diminuitivo deVictoria) não é apenas uma clássica beleza russa, melódica e a patinar com amplitude?

Alexander Zhulin – Eu espero que ela brilhe. Nos últimos três anos em que eu os tenho visto, ela melhorou significativamente em termos de projecção. Ela começou a transformar-se de uma beleza russa para uma patinadora com uma variedade de emoções. Mas isso necessita de desenvolvimento para termos a certeza que existe um carisma unificado, química, esta ligação mágica entre os patinadores. Que eles não projectem só por si mas como um par.

Entrevistador – A nossa entrevista passada foi intitulada “Ilinykh precisa de Katsalapov”.

Alexander Zhulin – Bem, como treinador penso que sim mas o Nikita tomou uma decisão definitiva sobre a sua parceira e ele não queria ouvir mais nada. Parece que ele se sente confortável patinando e trabalhando com Viktoria. Está tudo bem, eles ainda são uma equipa jovem apesar dele já ser campeão olímpico. Eu penso que eles ainda vão patinar juntos pelo menos por mais cinco anos.

Entrevistador - Houve alguma pressão no Nikita para que ele voltasse a patinar com a sua anterior parceira?

Alexander Zhulin – Não faço ideia.

Entrevistador – Houve um rumor de que eles até chegaram a fazer um teste neste final de temporada.

Alexander Zhulin – Talvez. Eu não sei. Ele e a Vika vieram ter comigo e pediram-me que reunisse com eles e no dia seguinte eles estavam na pista de gelo.

Entrevistador – Tu conheces todos os patinadores de que falamos. Há informação não oficial de que Ruslan Zhiganshin, parceiro de Ilinykh, terminou a carreira competitiva. Tu tens alguns pensamentos na tua mente de que teoricamente pode existir uma situação de passar pelo mesmo rio duas vezes?

Alexander Zhulin – Eu penso que se um casal passar por um divórcio as coisas dificilmente voltarão a ser as mesmas. A patinagem artística é assim. Eles separaram-se e eu não penso que voltarão a estar juntos novamente.

Entrevistador – É o mesmo de quando tu deixaste a Maya Usova pela Oksana Grishuk que depois tentou voltar para o seu anterior parceiro Evgeny Platov com quem venceu duas medalhas de ouro olímpicas?

Alexander Zhulin – Sim, é parecido com isso.

Entrevistador – Então realmente não há problemas com a competição dentro do teu grupo? Porque a nossa mentalidade é assim: há uma nova equipa forte; isto significa que o treinador mudou as suas prioridades?

Alexander Zhulin – O treinador principal tem de ter uma atitude muito simples: ele deve trabalhar honestamente com todas as equipas. Eu gosto de observar o Brian Orser, a Eteri Tutberidze, a Marie-France Dubreuil e o Patrice Lauzon. É um trabalho muito sincero e todos os patinadores têm tudo o que lhes permite patinar e manter o seu destino nas suas próprias mãos. Os mais fracos podem ser deixados para trás mas os fortes prevalecem. Se tu fores forte, tu vais beneficiar de ter competição. Se tu fores fraco, o que é que há para falar?

Entrevistador – Isso é possível aqui?

Alexander Zhulin – Porque não? Quando eu patinava, nós tínhamos um grupo forte: Marina Klimova & Sergei Ponomarenko, Usova & Zhulin, Grishuk & Platov. Resultado: ganhámos todos os lugares no pódio nos mundiais de 1992. Não existam discussões, não havia problemas, todos trabalhavam no duro. A Natalia Dubova (*grande treinadora nessa época) podia afastar-se da pista de gelo. Nós puxávamos uns pelos outros e isso fez-nos crescer.

Entrevistador – Mas provavelmente tu tiveste à mesma de pensar nas palavras certas para dizer à Katya e ao Dima sobre a Vika e o Nikita.

Alexander Zhulin – Nós discutimos esta situação no ano passado. Eu disse-lhes que seria muito bom para eles terem parceiros de treino fortes. A competição não é suficiente, patinadores de elite como Bobrova & Soloviev, precisam de um empurrão adicional em todos os treinos. Se eles forem para o gelo e verem quão bons são Sinitsina & Katsalapov, logicamente que no dia seguinte eles terão de ir patinar o seu melhor. Esta é a minha abordagem. Pessoalmente era o que eu faria. Quando eu via a Marina Klimova e o Sergei Ponomarenko, eu nem sequer podia imaginar que não patinaria o meu programa. Depois quando nós íamos a competições estávamos todos numa forma fantástica. Outro exemplo de grandes parceiros de treinos: Virtue & Moir e Davis & White. Olhando para eles, eu sinto que eles se respeitavam mutuamente, apesar de uma equipa ter relegado a outra para segundo lugar, e quatro anos depois, eles terem trocado de lugar. Existe respeito mas é difícil ganhá-lo. Tu tens de querer ganhar.

Entrevistador – Parece-me que Sinitsina & Katsalapov e Bobrova & Soloviev se respeitam mutuamente.

Alexander Zhulin – Nós só começámos agora. Tudo tem funcionado bem até agora, veremos como vai correr. Eu espero que tudo vá correr bem.

Entrevistador – Na teoria tudo parece bem mas quando tu contaste à Katya e ao Dima que a Vika e o Nikita vinham treinar para o teu grupo, eles questionaram-te?

Alexander Zhulin – Não, eles não fizeram isso. Mas eu vi os seus olhares de preocupação. Ainda ninguém sabia como ia ser. Mas depois de algumas sessões de treinos tudo se acalmou.

Entrevistador – O Katsalapov é famoso por ser emocional no processo de treinamento.

Alexander Zhulin – Há atletas diferentes, alguns são super emocionais, outros são mais calmos. O objectivo do Nikita é manter as suas emoções em ordem, o meu objectivo enquanto treinador é o de controlar a situação. Talvez em algumas ocasiões deixá-lo sair mais cedo do treino, noutras ocasiões encontrar as palavras certas. É difícil treinar um campeão. Tu achas que era fácil com o Roman Kostomarov? Longe disso.

Nota: Roman Kostomarov venceu o título olímpico em dança com Tatiana Navka em 2006.

Entrevistador – Mas, como tu disseste, ele e a Tatiana Navka conseguiam voltar a juntar-se ao fim de cinco minutos.

Alexander Zhulin – Eles eram capazes porque eles queriam vencer. Isso ultrapassa as dificuldades pessoais. Se Sinitsina & Katsalapov não sofrerem com variações emocionais, eles têm um grande potencial. Senão, teremos de conversar, tentar explicar e lidar com eles. Mas agora isso são tudo teorias. Nós estamos a trabalhar na coreografia; o processo de treino ainda não começou exactamente. E eu vou recordar-te que o Nikita e a Lena trabalharam comigo durante quatro anos.

Entrevistador – Eu lembro-me.

Alexander Zhulin – Não foi fácil mas houve resultados e eles foram bons.

Entrevistador – Por outro lado, o Nikita sem as suas emoções não será ele mesmo, não é?

Alexander Zhulin – Com certeza. Tu não podes mudar a pessoa, tu apenas podes mudar a direcção. A maior parte depende do Nikita pois ele já não tem 17 anos. Ele tem de começar a pensar e a compreender o que é que ele quer alcançar.

Entrevistador – Tu disseste que lhes faltava paixão. Disseste que era belo, melódico mas que faltava energia.

Alexander Zhulin – Eu concordo; eu disse isso. Vou tentar resolver essas questões.

Entrevistador – Tu sabes como descontrair a Victoria?

Alexander Zhulin – Eu observo-a e estou a pensar nisso.

Entrevistador – Ela é lacónica, reservada e aparentemente só se abre para o Nikita.

Alexander Zhulin – Para mim, o mais importante é que eles tenham novas cores nos seus programas. Não há o suficiente. Eu preciso adicionar cor à sua patinagem. Para isso eu tenho o Sergei Pethukov, um coreógrafo experiente, que passa muito tempo a explicar o que é que nós estamos a patinar. Se eles aprenderem com ele, ou melhor, se eles quiserem aprender com ele, eles terão um novo visual.

Nota: eu sei que esta última frase está horrível em termos de escrita mas foi o que ele disse.

Entrevistador – Tu tens uma excelente atitude mas parece que as nossas equipas não podem esperar por um lugar superior a quinto nos próximos Jogos Olímpicos.

Alexander Zhulin – Porquê? Bobrova & Soloviev terminaram em terceiro na dança livre deste ano (*referência aos mundiais). Se a nota técnica tivesse sido um pouco diferente na dança curta, nós podíamos ter vencido o bronze. Os Jogos Olímpicos são um assunto diferente pois existe o desporto e existe política mas ninguém pode ignorar a patinagem – o factor de ter um grande programa. Os nossos opositores são muito fortes mas nós vamos tentar lutar.

Entrevistador – Tiffany Zahorski e Jonathan Guerreiro deixaram o teu grupo e mudaram-se para a Elena Kustarova. Parece que eles eram como filhos para ti, que tu cuidavas deles e acreditavas neles.

Alexander Zhulin – Bem… como podes ver, são coisas que acontecem. Alguma coisa deve ter corrido mal.

Entrevistador – Foi ideia deles?

Alexander Zhulin – Sim, claro.

Entrevistador - Eles não queriam ser os n.º 3?

Alexander Zhulin – Essa foi provavelmente a razão principal.

Entrevistador – Tu achas que eles teriam sido capazes de progredir no teu grupo com os membros novos ou isso os teria destruído?

Alexander Zhulin – Eu penso que teria sido difícil para eles. Eles não são o tipo de patinadores que fossem trabalhar duas vezes mais do que as outras duas equipas (Bobrova & Soloviev e Sinitsina & Katsalapov) para provar ao treinador que eles devem ser o par n.º 1. Mesmo em teoria. Eles não estavam prontos para isso.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Campeonatos Nacionais da Rússia 2016-17 - Dança

Campeonatos Nacionais da Rússia 2016/2017




Em Chelyabinsk

Entre os dias 22 e 23 de Dezembro


Resultado final



Bobrova & Soloviev – Eles lideraram esta competição tanto na dança curta como na dança livre e conquistaram o sexto título nacional. Este resultado foi muito bom para eles pois agora não há dúvidas que são verdadeiramente o par n.º 1 da Rússia nesta temporada. Eles passaram um mau bocado nas últimas temporadas devido a lesões graves e a uma suspensão temporária que se veio a revelar injusta e que os atirou para fora dos campeonatos do mundo em 2016. O seu objectivo era reafirmar-se internamente para depois partirem para as competições internacionais de maior relevo como o principal par russo da temporada 2016/2017. O objectivo foi cumprido. Já se sabe que Bobrova & Soloviev terão a responsabilidade de serem os líderes da selecção russa para os próximos europeus e mundiais. Verdade seja dita que este par tem sido o mais fiável em termos de consistência e de performance e penso que são a aposta mais segura para os russos.
Stepanova & Bukin – Os vencedores da medalha de prata garantiram o seu lugar na selecção russa para os europeus e previsivelmente também para os mundiais desta temporada. Apesar de já terem feito a transição para seniores, parece-me que esta tem sido a sua verdadeira afirmação neste escalão. Eles têm trabalhado de forma discreta mas que tem dado bons frutos. De forma algo tranquila e longe de polémicas, Stepanova & Bukin têm sabido afirmar-se internamente.
Sinitsina & Katsalapov – Este par conseguiu a medalha de bronze com apenas 0.17 de vantagem sobre os seus rivais Ilinykh & Zhiganshin. Em princípio, devido a este resultado, está garantida a inscrição para os campeonatos da Europa desta temporada. No entanto, penso que eles devem ficar preocupados com este resultado pois a desvantagem pontual com que eles ficaram face a Stepanova & Bukin foi gigantesca. Para um par em quem a federação russa apostou tanto não deixa de ser um mau resultado. É verdade que Nikita ainda não está completamente recuperado da lesão que sofreu no ombro e que isso com certeza ainda o deve condicionar principalmente nas figuras de elevação. No entanto, além desse problema, acrescenta-se a circunstância da sua situação a nível de treinadores continuar nebulosa. Eles têm passado a maior parte desta temporada em Moscovo em vez de nos Estados Unidos integrados no grupo de Marina Zoueva. Além disso, eles têm sido vistos a trabalhar com Oleg Volkov.

Ilinykh & Zhiganshin – Mais uma desilusão para este par. Ainda por cima este quarto lugar foi amargo. Eles ficaram em quarto lugar na dança curta e na dança livre foram terceiros. Como já referi acima, a diferença entre o quarto lugar final e a medalha de bronze foi meramente de 0.17pt. Ora, Ilinykh & Zhiganshin sofreram uma dedução de um ponto na dança livre devido a um problema com a roupa! Se isso não tivesse ocorrido, este par teria ficado no pódio. A medalha de bronze foi literalmente decidida por causa de uma dedução. Este resultado nos campeonatos nacionais atirou-os para o lugar de reservas. Isto tem implicações desportivas mas também em termos de financiamento de treinos por parte da federação. É bom que eles acordem pois demonstraram um enorme potencial na sua primeira temporada juntos e agora vão ficar novamente arredados dos europeus e mundiais. Em princípio ainda teremos a oportunidade de vê-los em competições internacionais desta temporada pois eles foram escalados para a Winter Universiade. 

Vídeos

Bobrova & Soloviev
Dança curta

Dança livre


Stepanova & Bukin
Dança curta

Dança livre


Sinitsina & Katsalapov
Dança curta

Dança livre


Ilinykh & Zhiganshin
Dança curta

Dança livre


Zahorski & Guerreiro
Dança curta

Dança livre


Evdokimova & Bazin
Dança curta

Dança livre


Davankova & Shibnev
Dança curta

Dança livre


Stavitskaya & Bagin
Dança curta

Dança livre
Indisponível por causa da música

Sosnitskaya & Golovishnikov
Dança curta

Dança livre
Não encontrei

Safronova & Zimin
Dança curta

Dança livre



sexta-feira, 11 de novembro de 2016

GP Taça Rostelecom 2016 - Dança

GP Taça Rostelecom 2016


Em Moscovo (Rússia)

Nos dias 04 e 05 de Novembro




Análise




A categoria de dança prometeu uma boa disputa pelo primeiro lugar do pódio e cumpriu. Três nomes grandes da categoria de dança estiveram presentes: Chock & Bates, Weaver & Poje e Bobrova & Soloviev.


Ekaterina Bobrova & Dmitri Soloviev venceram a Taça Rostelecom 2016 com uma pontuação final de 186.68pts. Das competições em que já participaram esta temporada, esta foi a sua melhor prestação até ao momento. O facto de estarem a patinar perante o seu público poderá tê-los galvanizado. Na dança curta, Ekaterina e Dmitri receberam 74.92pts. Os twizzles (7.97pts), a figura de elevação (5.70pts) e os passos obrigatórios (6.11pts) foram classificados com o nível 4. A sequência parcial de passos (9.30pts) e a sequência de passos em que os patinadores não se tocam (8.83pts) foram de nível 3. A sua nota técnica de partida foi de 30.30pts que foi melhorada para 37.91pts devido à acumulação de graus de execução positivos em todos os elementos. Nos segmentos dos componentes eles conseguiram médias de 9.25 na perícia, 9.04 nas transições, 9.36 na performance, 9.29 na composição e 9.32 na interpretação da música.


Na dança livre, Ekaterina e Dmitri ficaram com uma nota de 111.76pts. Os twizzles (8.23pts), o peão (6.80pts) e todas as figuras de elevação atingiram o nível 4. O total de pontos obtido nas figuras de elevação foi de 17.78pts. As duas sequências de passos foram de nível 3 com um total de 18.60pts. Como elementos coreográficos, este par apresentou um peão (1.90pts) e uma elevação (2.30pts). As médias conseguidas nos segmentos dos componentes que compõem a segunda nota fixaram-se em 9.36 na perícia, 9.07 nas transições, 9.50 na performance, 9.43 na composição e 9.43 na interpretação da música/timing. Na dança livre, a juiz do Canadá fez das suas. A juíza do Canadá Leslie Keen não hesitou em atribuir-lhes apenas 8.25 nas transições, 8.75 na composição e 8.75 na interpretação da música/timing, em claro contraste com o restante painel de juízes… Leslie Keen fez-lhes o mesmo na dança curta. Já não é a primeira vez que um juiz do Canadá entra em conflito com o restante painel nesta temporada, para tentar marcar os patinadores do seu país com notas superiores. Basta ver o que se passou no GP Skate Canada.


Madison Chock & Evan Bates tinham tudo para vencer este grande prémio mas tiveram de contentar-se com a medalha de prata. Chock & Bates venceram a parte da dança curta com uma nota de 75.04pts. A sua nota técnica de partida foi exactamente igual à de Bobrova & Soloviev com 30.30pts. Madison e Evan conseguiram melhorar a nota técnica de partida em cerca de oito pontos devido a todos os elementos terem obtido grau de execução positivo. A figura de elevação (5.70pts), os passos obrigatórios (6.11pts) e os twizzles (7.63pts) foram classificados com o nível 4. A sequência de passos parcial (9.30pts) e a sequência de passos em que os patinadores não se tocam (9.61pts) foram de nível 3. Nos segmentos dos componentes as suas médias situaram-se em 9.04 na perícia, 8.93 nas transições, 9.32 na performance, 9.21 na composição e 9.36 na interpretação da música/timing. Leslie Keen voltou a fazer das suas marcando Madison e Evan com 8.50 na perícia e 8.50 nas transições em contraste com o restante painel.


Madison e Evan estavam bem lançados para lutar pelo primeiro lugar na dança livre. No entanto, eles foram segundos nesta fase da competição com uma nota de 107.09pts. O elemento determinante para o apuramento do resultado final foram os twizzles. É que Evan cometeu um erro nos twizzles. Como consequência os twizzles efectuados apenas chegaram para cumprir os critérios do nível 2, o que fez baixar o valor base, e tiveram de ser punidos com grau de execução negativo. Os twizzles pontuaram 4.03pts. O programa livre deles tem muita qualidade mas em competição estas coisas acontecem. As duas sequências de passos foram de nível 3 e totalizaram 18.60pts. Nas figuras de elevação, eles conseguiram um total de 17.45pts. As figuras de elevação atingiram todas o nível 4. O peão (7.31pts) também foi de nível 4. Os elementos coreográficos realizados foram um peão (2.10pts) e uma elevação (2.30pts). Nos segmentos dos componentes que compõem a segunda nota, as médias obtidas foram de 9.18 na perícia, 9.07 nas transições, 9.29 na performance, 9.29 na composição e 9.25 na interpretação da música/timing. É preciso dizer o que fez Leslie Keen? A juíz do Canadá atribuiu-lhes 8.25 na perícia, 8.00 nas transições, 8.75 na performance, composição e interpretação/timing. Em contraste o juiz espanhol marcou a nota 10.00 no segmento de composição.


Kaitlyn Weaver & Andrew Poje estrearam-se no circuito do grande prémio da temporada 2016/2017 com a medalha de bronze na Taça Rostelecom 2016. Apesar de serem um par que é sempre agradável de acompanhar, na minha opinião não estiveram no seu melhor durante esta competição. A sua pontuação na dança curta foi de 69.81pts que lhes permitiu ficar na terceira posição. Os passos obrigatórios (5.17pts), a sequência de passos parcial (8.99pts) e a sequência de passos em que os patinadores não se tocam (9.14pts) foram classificados com o nível 3. Os twizzles foram meramente de nível 2 e ficaram com 5.11pts. A figura de elevação foi o único elemento a atingir o nível 4 e ficou com 5.70pts. Nos segmentos dos componentes as suas médias foram de 8.89 na perícia, 8.64 nas transições, 9.00 na performance, 8.96 na composição e 9.14 na interpretação da música/timing. Como já devem estar a adivinhar, Leslie Keen atribuiu-lhes notas de 9.00 ou mais em todos os segmentos. Os juízes da Lituânia e de Israel foram os mais cépticos no painel. Eu gosto muito de ver Kaitlyn e Andrew pois são dos pares que mais facilmente conseguem cativar o público e são carismáticos. No entanto, esta dança curta precisa de mais rodagem.


Na dança livre, Kaitlyn e Andrew foram segundos classificados com uma nota de 108.76pts. Eu penso que a dança livre lhe correu melhor do que a curta mas mesmo assim fiquei com a sensação que faltou qualquer coisa principalmente no que respeita à execução dos twizzles. O elemento mais espetacular deste programa foi a primeira figura de elevação. Para além de ser uma figura lindíssima foi lindamente executada. Todas as figuras de elevação cumpriram os critérios exigidos para serem classificadas com o nível 4 e totalizaram 17.87pts. Os twizzles (7.29pts) e o peão (6.80pts) também foram de nível 4. As duas sequências de passos foram ambas de nível 3 e obtiveram 18.44pts. Os elementos coreográficos escolhidos foram o peão (1.70pts) e uma elevação (2.40pts). As suas médias nos segmentos dos componentes que compõem a segunda nota foram as seguintes: 8.96 na perícia, 8.86 nas transições, 9.29 na performance, 9.11 na composição e 9.00 na interpretação da música/timing.  



Os italianos Charlene Guignard & Marco Fabbri continuam a evoluir de forma estável. Neste grande prémio, Charlene e Marco estiveram bem quer na dança curta como na dança livre, tendo ficado em quarto lugar em ambas as fases da competição.

Charlene e Marco conquistaram 67.72pts na dança curta. Em termos de elementos técnicos, a sequência parcial de passos (7.01pts) foi classificada com o nível 2 enquanto a sequência de passos em que os patinadores não se tocam (8.83pts) foi de nível 3. Os twizzles (7.89pts), os passos obrigatórios (5.86pts) e a figura de elevação (5.27pts) atingiram o nível 4. Nos segmentos, as suas médias foram de 8.29 na perícia, 7.89 nas transições, 8.29 na performance, 8.29 na composição e 8.32 na interpretação da música/timing.

Na dança livre, Charlene e Marco conseguiram uma nota de 102.73pts. Os twizzles (8.31pts) e o peão (6.71pts) classificados com o nível 4. Em termos de figuras de elevação, a elevação em curva foi de nível 3 e as outras foram de nível 4. O total de pontos obtido pelos italianos nas figuras de elevação foi de 16.34pts. As duas sequências de passos foram de nível 3 e conseguiram 17.66pts. Os elementos coreográficos apresentados foram um twizzle (1.80pts) e uma elevação (1.90pts). As suas médias nos segmentos dos componentes que compõem a segunda nota fixaram-se em 8.32 na perícia, 8.11 nas transições, 8.50 na performance, 8.46 na composição e 8.29 na interpretação da música/timing.


Tiffany Zahorski & Jonathan Guerreiro finalmente tiveram a oportunidade de se estrear no circuito do grande prémio sénior. Depois de tanto tempo fora da competição devido às dificuldades que a federação francesa levantou à cedência de Tiffany à federação russa, eles mereceram esta hipótese pois não deixaram de trabalhar afincadamente. Eles foram quintos classificados tanto na dança curta como na livre.


Na dança curta Tiffany e Jonathan receberam 64.28pts. A sequência parcial de passos (6.86pts) e a sequência de passos em que os patinadores não se tocam (6.86pts) apenas cumpriram com os critérios para o nível 2. Os  twizzles (7.80pts), os passos obrigatórios (5.69pts) e a figura de elevação (5.70pts) atingiram o nível 4. Nos segmentos dos componentes ficaram com médias de 7.89 na perícia, 7.57 nas transições, 8.00 na performance, 7.89 na composição e 7.86 na interpretação da música/timing.


Na dança livre, Tiffany e Jonathan conseguiram 92.67pts. O peão de nível 3 foi o único elemento punido com grau de execução negativo, tendo perdido 0.14 do valor de 4.60pts. As duas sequências de passos ficaram-se pelo nível 2 e totalizaram 12.93pts. Os twizzles (7.71pts) e as figuras de elevação (total de 16.50pts) atingiram o nível 4. O peão coreográfico recebeu 1.70pts e a elevação coreográfica obteve 1.50pts. As suas médias nos segmentos dos componentes foram as seguintes: 8.00 na perícia, 7.71 nas transições, 8.00 na performance, 8.18 na composição e 8.00 na interpretação da música/timing.





Vídeos

Bobrova & Soloviev
Dança curta

Dança livre


Chock & Bates
Dança curta

Dança livre


Weaver & Poje
Dança curta

Dança livre


Guignard & Fabbri
Dança curta

Dança livre


Zahorski & Guerreiro
Dança curta

Dança livre


Pogrebinsky & Benoit
Dança curta

Dança livre


Fournier-Beaudry & Sorensen
Dança curta

Dança livre


Agafonova & Ucar
Dança curta

Dança livre


Evdokimova & Bazin
Dança curta

Dança livre



Resultado final