sábado, 30 de junho de 2018

Adivinhem quem vai voltar...

Às vezes os deuses da patinagem pregam-nos partidas incríveis. Esta é uma delas.
O veterano patinador japonês Daisuke Takahashi surpreendeu tudo e todos ao anunciar o seu regresso à competição a partir de 1 de Julho deste ano. Isso mesmo… Após cerca de 4 anos de ausência, Daisuke deixou-nos todos atónitos. 



Daisuke Takahashi


Para já ainda não se sabem muitos pormenores mas Daisuke foi visto em Courchevel (França) onde o treinador russo Alexei Mishin está a orientar um estágio. Está prevista uma conferência de imprensa para breve e assim que souber mais informações colocarei tudo aqui no blogue.

Daisuke Takahashi sagrou-se campeão mundial em 2010 e conquistou uma vasta legião de fãs por todo o mundo graças à extraordinária habilidade artística. Deve haver muita gente contente com esta surpresa. :)

Programa livre de Daisuke nos mundiais 2012









quinta-feira, 28 de junho de 2018

Tradução de entrevista de Evgenia Medvedeva

A popular patinadora russa Evgenia Medvedeva concedeu uma entrevista à reputada jornalista Elena Vaytsekhovskaya e não se esquivou às perguntas colocadas. 


Como se devem recordar, Evgenia protagonizou um dos episódios mais falados deste ano quando abandonou a sua treinadora de longa data Eteri Tutberidze. A jovem russa tem participado em diversos espectáculos, principalmente no Japão, e no mês de Junho mudou-se para Toronto (Canadá), onde está a iniciar uma nova fase na sua carreira. Relembro que Brian Orser é o novo treinador de Evgenia. A avaliar pelas diversas publicações nas redes sociais, Jason Brown (Estados Unidos) tem sido o grande apoio de Evgenia nesta aventura. 


A entrevista em causa foi realizada precisamente neste contexto. O original em russo pode ser visto neste link: https://rsport.ria.ru/figure_skating/20180618/1138167724.html


Em baixo podem ler a tradução para português

Evgenia Medvedeva



Tradução de entrevista


EV - Evgenia, tu e a tua mãe arranjaram um apartamento?

Evgenia Medvedeva: Claro que sim. Nós escolhemos pela internet. Como é que se pode ir para um país estrangeiro sem ter um lugar para viver? 

EV - O proprietário do apartamento irá esperar-te ao aeroporto com um cartaz e a chave?

Evgenia Medvedeva: Não, o Jason Brown irá ter connosco. Ele vai levar-nos para a nossa nova casa. E a partir do dia 18, eu tenho um plano de treino detalhado.

EV - Durante quase três anos competiste muito e nunca perdeste. Agora estás a começar do zero: um novo treinador, uma nova vida, sem certezas de que vais conseguir adaptar-te e qual será o resultado. Estás preocupada com um possível falhanço?

Evgenia Medvedeva - Eu sou muito pés no chão por natureza. Eu só vou lamentar o resultado se eu perceber que podia ter feito melhor e não fiz. Eu consigo admitir para mim própria algumas coisas desagradáveis. Se eu compreender que é o meu tecto, e que é tudo o que eu posso fazer no momento, eu simplesmente admitirei que terminei no lugar que devia. O meu lugar. Eu entendo que estou a começar uma nova vida. Eu nunca vivi noutro país, nunca trabalhei com especialistas estrangeiros, nunca comi comida diferente por mais de duas ou três semanas. Tudo muda. Uma página em branco.

EV - É assustador?

Evgenia Medvedeva - Não. Eu estou a olhar em frente. De momento nem sequer penso que posso perder para alguém. Eu tento olhar para como será daqui a uns anos. Em primeiro lugar eu quero continuar saudável. É o meu principal objectivo. Eu só preciso de me certificar que este objectivo não muda o resultado e encontrar um equilíbrio. No volume de trabalho, na comida, na preparação mental e na condição física. 

EV - Antes das Olimpíadas na Coreia toda a tua vida se limita ao rinque. Tu estavas a treinar ou a dormir ou a preparar-te para os treinos. 

Evgenia Medvedeva - Verdade. Andei a dormir todos esses anos.

EV - Agora parece que te libertaste. Tens tempo livre, a oportunidade de tentar uma nova vida onde não há tanta patinagem mesmo que seja por te teres separado da treinadora e não tens a possibilidade de patinar todos os dias. Como é que estás a lidar com esta nova vida?

Evgenia Medvedeva - Não é que me tenha libertado. Eu abri os olhos e olhei em volta. Sim, eu tinha um objectivo - os jogos olímpicos. Foi o que eu almejei, foquei-me nos Jogos Olímpicos e nada mais. Eu quase não tinha amigos ou interesses apesar de ser uma pessoa com diferentes facetas. Eu não conhecia ninguém, eu não mantinha o contacto por falta de tempo e às vezes por falta de vontade. Eram só treinos. Mas parece que eu estou a crescer por dentro. Durante o Inverno, quando eu estava lesionada e não podia patinar, de repente pensei: e se eu me retirar do desporto e acabar sem amigos, sem interesses, sem vida pessoal - nada? E quando eu abri os olhos depois dos Jogos Olímpicos, a vida não seguiu apenas um caminho diferente mas tornou-se num grande rio a partir de um riacho. Eu encontrei amigos, novos interesses e talvez uma profissão futura da qual eu possa gostar e que possa decidir mudar 150 vezes. 

EV - Vais ser capaz de abdicar dessa vida de bom grado? De colocares os mesmos limites e perseguires o teu objectivo? Vais querer isso?


Evgenia Medvedeva - Eu vou querer. Eu acho que sou capaz de deixar tudo para trás pelo resultado. Mas mais importante - para ser realista. Não fazer coisas que me magoem ou magoem quem eu amo. Eu penso muitas vezes que a minha mãe e a minha avó sacrificaram suas vidas pela minha patinagem. Se eu sentir que não correspondo às suas expectativas… Eu não quero sentir isso. 

EV - Ou seja, às vezes sentes-te culpada face aos teus familiares?

Evgenia Medvedeva - Raramente. Os meus pais compreendem que o mais importante é continuar a trabalhar. Não há resultados - nõs vamos continuar a trabalhar. Há resultados? Óptimo. Então continuaremos a trabalhar. Se eu não fizer o que tenho de fazer, então irei sentir-me culpada. 

EV - Quão depressa levaste a recuperar depois dos Jogos Olímpicos?

Evgenia Medvedeva - Foi um processo longo. O meu corpo e a minha mente recuperam rapidamente fisicamente e mentalmente. Mas demorou um pouco depois dos Jogos Olímpicos. Acho que posso dizer que só agora é que estou totalmente recuperada mentalmente. 

EV - Eu ouvi uma versão que a tua mudança para o Canadá não teve a ver com os treinos mas sim com as oportunidades para espectáculos.

Evgenia Medvedeva - Vou revelar-te um segredo: eu já tenho muitas oportunidades.

EV -  O Brian Orser foi a tua única opção?

Evgenia Medvedeva - Sim.

EV - Porquê ele?

Evgenia Medvedeva - Por causa da Yuna Kim. Foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando eu comecei a pensar em mudar de treinadores. A Yuna venceu os Jogos Olímpicos de Vancouver quando tinha 19 anos e foi segunda em Sochi quando tinha 23 anos. Eu vou ter 22 anos nas [Olimpíadas] da China. Claro que não foi só por ela. O Orser tem outros atletas que são considerados "velhos" na patinagem artística e que participaram em mais do que uma edição dos Jogos Olímpicos. A Kim é uma desses atletas. 

EV - Incomodou-te que ele tenha aceitado tantos atletas novos no seu grupo?

Evgenia Medvedeva - Não de todo. Eu sempre patinei e treinei num grupo em constante competição. Eu não me importo nada com isso. Além disso, os rapazes estão em maioria no grupo de Brian. Em segundo lugar, ele tem uma abordagem pessoal para cada patinador e ele enfatiza isso constantemente. Então ele terá tempo suficiente e atenção para cada um. Além do mais, eu gosto que haja tantos patinadores de topo à minha frente que me podem dar muito mais do que eu tinha antes. 



EV - Como é que te mantiveste em forma tendo em conta que não tinhas gelo (referência a falta de pista para treinar)?

Evgenia Medvedeva - Eu não mantive a forma que tinha nos Jogos Olímpicos e também não era necessário. Eu estava exausta nos Jogos Olímpicos; eu estava a preparar-me para atingir o topo de forma no programa livre. Eu estava com o peso mínimo e a máxima preparação mental. Então eu tive de recuperar durante muito tempo depois dos Jogos Olímpicos. Eu ganhei algum peso mas não muito. Eu tenho um espaço em casa para manter os meus músculos em forma. Quanto à forma actual para a patinagem, nenhum atleta pode estar no topo sem treinos intensos. De momento é por isso que estou a ir para o Canadá. 

EV - O Orser expressou alguns pedidos?

Evgenia Medvedeva - Não. Quando nós falámos na Coreia do Sul, eu penso que ele percebeu perfeitamente que eu patinarei no máximo das minhas possibilidades. Ou seja, circunstâncias. Se houver gelo - eu patino. Eu estava sem gelo em Moscovo. Ou seja estava sem uma base. Eu tive algumas horas de gelo antes do espectáculo no Japão e consegui recuperar alguns saltos. Eu queria muito isso.

EV - Demasiado tempo sem saltos?

Evgenia Medvedeva - Demasiado tempo sem saltos. Foi tão bom quando os saltos voltaram.

EV - Eu sempre tive esta curiosidade: em que é que tu pensas durante um salto?

Evgenia Medvedeva - Em tudo! Passam milhares de pensamentos pela minha cabeça. Eu também consigo ver o que se passa à minha volta e tento controlar tudo.

EV - Já falaste com o Orser sobre os novos programas?

Evgenia Medvedeva - Não. Em primeiro lugar eu quero ouvir pontos de vista diferentes. Não apenas do Brian mas também da Tracy e do David Wilson que vão coreografar os meus programas.

EV - Tu conheces esses especialistas?

Evgenia Medvedeva - Eu conheço o David; a Tracy nem por isso. É engraçado mas eu conheço melhor os seus atletas - Hanyu, Fernandez e Brown.

EV - O que é que tu queres?

Evgenia Medvedeva - Falando na temporada em geral, eu planeio não falhar competições. Patinar nos testes, nas provas do circuito do grande prémio. Eu gostaria de mudar o meu estilo. Em primeiro lugar, eu mudei e penso que não posso continuar a mesma no gelo. Eu estou a levar o mundo e a vida de forma diferente. Tenho a certeza que quando chegar ao Canadá as coisas na minha cabeça vão ficar viradas do avesso. Eu quero experimentar algo novo no gelo. Há tantas personagens que eu nunca patinei, que nem sequer tentei. 

EV - Qual é o conteúdo de saltos que tu queres?

Evgenia Medvedeva - Eu tenho algumas ideias mas é prematuro anunciá-las.

EV - Tu deves estar radiante com a mudança na regra que veio limitar o número de saltos na segunda metade do programa. 

Evgenia Medevedeva - Essas mudanças constroem a base para o trabalho no futuro. Se nos fosse dito que tínhamos de colocar todos os saltos na segunda metade, eu calava a boca e faria isso.

EV - Tu gostaste sempre dos programas que patinaste?

Evgenia Medvedeva - Eu amei o meu primeiro programa livre sénior onde interpretei uma menina surda. Eu adorei "Karenina". Por outro lado, no início eu não gostei do programa com que venci os meus segundos mundiais. Só mais para o fim é que eu encontrei o seu sabor. Eu patinei-o, bati o recorde mundial e adorei-o por me ter permitido alcançar os meus objectivos. Em contrapartida, "Karenina" deixa-me louca. Especialmente depois de "January Stars" onde apenas o vestido era adorável. Eu estava toda no programa "Karenina".

Nota: "January Stars" foi o primeiro programa livre feito para Evgenia na temporada 2017/2018. Depois o programa livre foi alterado para "Anna Karenina"

EV - O treinador de Oksana Baiul (campeã olímpica em 1994) disse que se o patinador estiver a viver o personagem na entrada de um salto triplo, ele terminará esse salto no fundo das costas. Quanto é que te permites não pensar nos elementos enquanto patinas?

Evgenia Medvedeva - A "Karenina" permitiu-me isso. Quando eu estava a patinar nos Jogos Olímpicos, eu deixei o meu corpo fazer o seu trabalho e estava completamente no personagem. Eu nem sequer tentei imaginar, eu simplesmente patinei o programa livre como nos treinos. Eu tinha esta liberdade interior sensacional. Se tu soubesses o que passou pela minha cabeça quando eu comecei a sequência de passos!



EV - O quê?

Evgenia Medvedeva - Eu estava a patinar e a perguntar a mim mesma "tu percebes que são os Jogos Olímpicos? Percebes que milhões ou milhares de pessoas estão a ver-te? Compreende que se fizeres um pequeno erro tudo estará perdido?" e eu respondi "Percebi! Excelente? Excelente! Vamos nos divertir!". Não houve estresse. 

EV - Tu pensas no porquê das campeãs olímpicas, com poucas excepções, nunca conseguirem chegar aos Jogos Olímpicos seguintes? Por que é que a Baiul, a Lipinski e a Sotnikova não ficaram?

Evgenia Medvedeva -  Penso que tem a ver com o medo de perder o que se ganhou durante todos esses anos. A vontade de patinar continua lá, penso eu, sempre, mas no momento em que a pessoa tem a oportunidade de tentar outra vida isso absorve-te. Muita gente não entende que o desporto e a vida normal nem sempre podem andar de mão dada.

EV - Eu conheci um lutador que se retirou depois de vencer os Jogos Olímpicos com 23 anos, dizendo "Eu não quero que a vida passe por mim enquanto eu treino". Um sentimento familiar?

Evgenia Medvedeva - Não, nunca senti isso. Eu tive uma infância normal - eu brinquei com outras crianças, simplesmente no ginásio em vez de na rua, mas eu divertia-me. De momento não creio que a vida esteja a passar por mim. Eu terminei o ensino secundário e fui admitida na Universidade.

EV - Quando é que aprendeste inglês?

Evgenia Medvedeva - Eu realmente não aprendi. Simplesmente entendia. Não tinha outra hipótese.

EV - O que queres dizer com isso?

Evgenia Medvedeva - Só isso. Eu via os atletas estrangeiros da minha idade ou um pouco mais velhos a falar entre si em todas as competições e eu pensei: eu quero tanto falar com vocês, mas como? Tentei uma vez e depois outra vez. Eu aprendi três palavras numa viagem e depois mais cinco noutra viagem. Depois vi na internet como construir uma frase, aprendi mais palavras. Eu nem dei conta mas de repente eu fui capaz não apenas de conversar mas de dar entrevistas. Claro que eu cometo erros. Eu tropeço e uso a gramática errada. Mas compreendem-me. E eu compreendo as pessoas.

EV - Para ti é difícil admitir que não sabes alguma coisa?

Evgenia Medvedeva - Não de todo. Há tantas coisas que eu não sei e que eu não sei fazer. E eu não tenho vergonha de admitir isso. Porque é verdade.

EV - Quanto tempo aguentas sem patinagem artística até te sentires desconfortável?

Evgenia Medvedeva - Pouco. Muito pouco. Eu não consigo ficar parada - os meus músculos doem-me e sinto-me fisicamente desconfortável. Quando não patinas por muito tempo acontece o mesmo. Doem-me as pernas. A minha irritação - quando eu tenho uma folga e não há gelo, a minha cabeça dói-me imenso e quase me apetece meter dentro do frigorifico. Parece que há qualquer coisa no gelo que me faz falta. Além disso para mim é mentalmente difícil ficar parada.

EV - Quão rápido é que tu perdes as tuas habilidades quando não treinas?

Evgenia Medvedeva - Muito rápido. Deixas de sentir as arestas. Patinando e compreendo tu vais em piloto automático: sentar na aresta, deslizar - a cabeça compreende o que precisa ser feito mas as pernas vão para os lados. É como se o contacto entre o cérebro e as pernas se perdesse um pouco. Tu queres uma coisa e vais parar a outro lado. As minhas quedas mais estúpidas foram por causa disso. As marcas nos joelhos e nos cotovelos… 

EV - Voltando à tua partida para o Canadá: tu deves ter pensado em como a tua nova vida vai ficar encarecida.

Evgenia Medvedeva - Essa preocupação foi essencialmente da minha mãe. Foi a função dela perceber se estávamos prontas.

EV - E quando a tua mãe disse que estavam prontas…

Evgenia Medvedeva - Eu percebi que tinha de agarrar nos meus patins e partir para o Canadá.

EV - Alguém tentou demover-te dessa decisão?

Evgenia Medvedeva - Francamente? Ninguém

E pronto… Assim terminou a entrevista de Evgenia. O que acharam das palavras de Evgenia?

Se gostarem deste tipo de conteúdos avisem-me por aqui ou através do Facebook ou Twitter. 

Até à próxima



quarta-feira, 27 de junho de 2018

Notícias - Loboda & Drodz



Alla Loboda & Pavel Drodz


O jovem par russo composto por Alla Loboda e Pavel Drodz completou cinco temporadas de sucesso no escalão júnior. Juntos participaram em oito etapas do circuito júnior do grande prémio tendo sempre ficado no pódio. Alla e Pavel qualificaram-se para a final do circuito júnior do grande prémio em três ocasiões e venceram três medalhas de prata. Nas duas vezes que competiram nos mundiais juniores sagraram-se vice-campeões mundiais. 
Com este palmarés foram criadas bastantes expectativas sobre a evolução deste par. 
Alla e Pavel subiram ao escalão sénior na temporada 2017/2018. Em termos internacionais eles participaram em duas provas do circuto Challenger Series e em duas provas do circuito do grande prémio. No Challenger Series, Alla e Pavel venceram a medalha de prata no Troféu Lombardia e ficaram em 10.º lugar no Golden Spin of Zagreb. No GP Skate Canada terminaram em 5.º lugar e no GP de França ficaram em 9.º lugar. 
Durante a temporada passada foram surgindo algumas críticas em fóruns e em redes sociais. Muita gente não gostou da construção da dança livre enquanto outras pessoas opinaram no sentido de achar que Pavel é tecnicamente superior a Alla e que, por isso, seria melhor que ele procurasse uma nova parceira. 
Há pouco tempo foi anunciado que Alla e Pavel mudaram de treinadora. Durante vários anos a sua treinadora principal foi Ksenia Rumiantseva e eles transferiram-se para o novo grupo liderado por Anjelika Krylova. 
No entanto, nem tivemos hipótese de ver a evolução deste par sob a batuta da nova treinadora. É que esta semana ficou-se a saber que Alla e Pavel optaram por quebrar a sua parceria. 
Consta que Pavel pretende manter-se na patinagem de competição. De momento ele está à procura de uma nova parceira e correm rumores que ele realizou testes com Maria Stavitskaya. 
Quanto a Alla ainda não se sabe o que é que ela pretende fazer no futuro. 
Vamos ter de aguardar para perceber os próximos desenvolvimentos.






Notícias - Mirai Nagasu

A patinadora Mirai Nagasu (Estados Unidos) deu recentemente algumas pistas sobre o seu futuro na modalidade. 
Mirai afirmou que não pretende completar mais um ciclo olímpico e por isso não vamos contar com a participação dela nos próximos Jogos que se vão realizar em 2022. 
Quanto à temporada 2018/2019, Mirai confessou que não participará no circuito do Grande Prémio. No entanto, ela não descarta a hipótese de se apresentar em competições na segunda metade da temporada.
Entretanto ela vai abrilhantar alguns espectáculos que vão decorrer no Japão e nos Estados Unidos. 


Mirai Nagasu

Durante a sua longa carreira no escalão sénior, Mirai conquistou quatro medalhas em provas que fazem parte do circuito do grande prémio: duas de prata e duas de bronze. Ela também é detentora de três medalhas nos Campeonatos dos 4 Continentes (duas de bronze e uma de prata). O seu melhor resultado em campeonatos do mundo foi o sétimo lugar em 2010. Em termos olímpicos Mirai foi quarta em Vancouver 2010. Em 2017/2018 ela andou nas bocas do mundo por ter realizado o triplo axel nos Jogos Olímpicos. É de destacar que Mirai fez parte da selecção dos Estados Unidos que conquistou a medalha de bronze na competição por equipas nas olimpíadas de PeyongChang 2018.

Fora das pistas de gelo, Mirai brilhou no programa "Dancing with the Stars" da estação ABC. 

Galeria de imagens de Ye-Lim Kim

Ye Lim Kim


(Coreia do Sul)